Alitheon tem US$ 11,6 mi para nova tecnologia

A startup sediada nos EUA conseguiu o investimento prometendo uma nova tecnologia de rastreamento capaz de tornar códigos de barras e RFID obsoletos

IoP Journal

A startup Alitheon, sediada no estado de Washington, nos Estados Unidos, levantou recentemente US$ 11,6 milhões para desenvolver uma tecnologia que promete ser capaz de tornar códigos de barras e RFID obsoletos. Segundo a empresa, a tecnologia pode distinguir qualquer objeto sólido e até itens visualmente idênticos com base no próprio objeto.

A Alitheon afirma que sua criação, nomeada FeaturePrint, pode ser usada para identificação e autenticação de objetos a baixo custo, com resultados estatisticamente perfeitos.

Pelo que se especula, a tecnologia seria capaz de identificar marcadores físicos exclusivos na superfície de praticamente qualquer objeto, com dados exclusivos para cada item, mesmo que se pareçam idênticos a olho nu – como em uma caixa criada por Impressão Digital.

Alitheon promete acabar com Códigos de Barras e RFID com sua tecnologia de Impressão Digital

A FeaturePrint funciona essencialmente como um “link digital imutável entre o objeto físico e o mundo digital”, afirmou Scot Land, CEO da Alitheon, em um evento recente. Como na biometria, essa identidade física não pode ser roubada ou compartilhada.

“Os códigos de barras foram ótimos em 1984”, diz Land, observando que o problema das cadeias de suprimentos modernas torna o mundo repleto de falsificações que podem ser facilmente identificadas usando a tecnologia Alitheon. Assim, um FeaturePrint capturado seria simplesmente comparado a um banco de dados de perfis de produtos conhecidos [feature prints] para verificar se há correspondência, no caso de uso para autenticação.

A tecnologia pode usar capturas de imagens de praticamente qualquer câmera ou smartphone, diz a empresa. “Nossa tecnologia patenteada utiliza visão de máquina avançada, redes neurais e aprendizado profundo para identificar cada objeto de suas propriedades exclusivas, sem depender de RFID ou códigos de barras “, diz a empresa em seu site, acrescentando que “a identificação do objeto é inerente ao próprio objeto”.

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